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19/01/2012 | 16:22 Imprimir notícia Imprimir

Caern dá dicas sobre como economizar água em condomínios, edifícios e supermercados

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Por Felipe Araújo – ACS Caern


Nos últimos anos, tem se discutido bastante sobre a importância da economia de água e o que se deve fazer para poupá-la. Quando se vive em uma casa, reduzir o tempo no banho, usar baldes ao invés de mangueiras para lavar calçadas e regar o jardim em tempos secos são maneiras que contribuem para o consumo racional do líquido. Mas pouco se sabe sobre como poupar água quando se vive ou trabalha em conjuntos residenciais ou comerciais, como condomínios, edifícios e supermercados. O chefe da Unidade de Receitas de Grandes Clientes da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), Tadeu Carlos Olímpio Guedes, explica como é feita a medição do consumo de água desses consumidores e o que deve ser feito para economizar esse bem.


Segundo ele, os moradores de condomínios e edifícios devem tomar os mesmos cuidados que um cliente que vive em um imóvel normal. A diferença se dá pelo tipo de medição, em certos casos, e o espaço disponível para a adoção de medidas que diminuam o desperdício da água, como o uso de cisternas, por exemplo. De acordo com Tadeu, o acúmulo da água de chuva é interessante não apenas para manter os níveis normais em tempos de estiagem, típicos no verão, como também para diminuir o valor da conta mensal. "A água da chuva, quando acumulada da maneira correta, pode ser usada para fins domésticos na cidade, apesar de esse ser um hábito mais comum no interior do estado, em lugares do meio rural", diz.


Tais medidas são válidas também para shoppings e supermercados. Apesar de gastarem maior quantidade de água, pois recebem um grande número de clientes diariamente, os cuidados devem ser os mesmos: evitar desperdício de água, extravasamento e vazamento e, nos casos dos mercados que comercializam produtos congelados, poupar o líquido na refrigeração destes. O armazenamento de água em cisternas, mesmo que os clientes estejam no meio urbano, além de contribuir para a economia de água e custos, representa um benefício ao meio ambiente, pois se tratam de consumidores que usam o líquido em grandes quantidades.


MEDIÇÃO


De acordo com a Instrução de Serviço da Caern de 2009, a medição do consumo de água feita em condomínios horizontais e verticais deve ser feita de maneira individual, assim como ocorre nos imóveis que não se encontram em conjuntos habitacionais. Esse modo de aferição do uso serve para apontar qual o valor exato da conta de cada morador do conjunto. Assim, os consumidores podem passar a mudar seus hábitos para diminuir os custos e também ajudar o meio ambiente. "É um procedimento que beneficia tanto a Companhia, pois melhora o processo de medição da empresa, quanto o consumidor, que passa a conhecer suas tarifas e pagar o preço correspondente a elas", afirma Tadeu. A instrução aponta também que esse processo é utilizado especialmente nos municípios de Natal, Parnamirim, Mossoró e Caicó. Grandes cidades como São Paulo e Porto Alegre já adotam este procedimento.


A Caern cobra uma cota básica calculada a partir do consumo de 10 metros cúbicos (10 mil litros) de água para clientes residenciais e 20 metros cúbicos para os comerciais e industriais, além de uma tarifa mínima e os consumos excedentes, calculados em metros quadrados (m2). Os valores extras cobrados pela quantia extrapolada de água variam entre R$ 2,67, menor número, a R$ 6,04, cobrados a quem ultrapassa o volume de 100 metros cúbicos. Os valores são mais altos para os clientes de categoria industrial e pública, devido grande consumo do produto em suas atividades. A tabela tarifária completa está disponível no site da Caern (www.caern.rn.gov.br).


 


 


 


 


 


 


 


 


 



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